Votação do segundo turno começa; veja horários por estado e documentos
Seções abriram às 8h de Brasília neste domingo (25), com 158,7 milhões de eleitores aptos. Veja horários por fuso, documentos aceitos e a regra da fila às 17h.
A votação do segundo turno das eleições de 2026 começou na manhã deste domingo (25). Segundo a cobertura ao vivo da Bloomberg Línea, as seções eleitorais abriram às 8h, no horário de Brasília, e recebem eleitores até as 17h. Os brasileiros escolhem entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, e o senador Flávio Bolsonaro (PL).
O SBT News informa que 158,7 milhões de pessoas estão aptas a votar e que o voto para governador também será decidido no Acre, no Amazonas, no Espírito Santo, no Rio Grande do Norte, no Tocantins e no Distrito Federal. Até a publicação desta nota, as fontes consultadas não relatavam ocorrências na votação. Esta nota de serviço registra apenas o que veículos identificados confirmaram até o momento.
Horários da votação por fuso
O horário oficial é das 8h às 17h, no horário de Brasília, mas cada seção segue o relógio local. De acordo com a Exame, a maior parte do país, incluindo São Paulo e Rio de Janeiro, vota das 8h às 17h.
- Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Roraima e a maior parte do Amazonas: das 7h às 16h, no horário local.
- Acre e 11 municípios do Amazonas: das 6h às 15h, no horário local.
- Fernando de Noronha (PE): das 9h às 18h, no horário local.
Na prática, isso significa que parte das urnas do Norte e do Centro-Oeste fecha antes do horário de Brasília. A Bloomberg Línea registra que, em Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Roraima e na maior parte do Amazonas, a votação começou às 7h locais, e no Acre e no extremo oeste do Amazonas, às 6h.
Documento, biometria e fila
Segundo a Exame, é preciso apresentar documento oficial com foto, como RG, CIN, CNH ou passaporte. O e-Título também vale, desde que mostre a foto do eleitor, e o título impresso não é obrigatório. Quem não votou no primeiro turno pode votar no segundo, desde que a inscrição eleitoral esteja regular.
A falta de cadastro biométrico não impede o voto, tema detalhado em nossa nota sobre eleitor sem biometria. Quanto à fila, quem já estiver nela no horário de encerramento mantém o direito de votar: os mesários identificam essas pessoas e distribuem senhas, conforme a reportagem da Exame.
O local de votação pode ser consultado no aplicativo e-Título, em "Onde votar", ou no Autoatendimento Eleitoral do TSE. A conferência vale porque houve mudança de endereço em seções para o segundo turno, como mostra a nota sobre os locais de votação alterados.
Regras dentro da seção
O celular não entra na cabine, e a ordem de votação muda onde há disputa estadual: primeiro governador, depois presidente. As duas regras estão na nota sobre o celular na cabine e a ordem de votação. Fora da cabine, o aparelho pode ser usado para mostrar o e-Título na identificação.
Em relação à segurança, o Ministério da Defesa informou antes do pleito a mobilização descrita em Forças Armadas mobilizam 25 mil militares para o segundo turno. Também vale lembrar que, pelo Código Eleitoral, há restrições à prisão de eleitor nos dias da votação, com exceções, como explica a nota sobre a proibição de prender eleitor até 48 horas após o 2º turno.
Voto no exterior e previsão do tempo
Segundo o SBT News, cerca de 918 mil brasileiros estão aptos a votar no exterior, em 186 cidades de 134 países, e o voto fora do país começou no sábado e vale apenas para a Presidência. A Bloomberg Línea cita boletins de UOL e G1 com resultados parciais e não oficiais de algumas cidades do exterior. Esses números não substituem a totalização do TSE e, por isso, não são reproduzidos aqui.
A mesma cobertura informa que o Inmet prevê tempo instável no domingo, com aviso amarelo para tempestades em áreas do Sul, do Centro-Oeste e da Bahia. Para o eleitor, a recomendação prática é planejar o deslocamento com folga, sobretudo onde há previsão de chuva forte.
Por que isso importa
O segundo turno decide quem governará o país a partir de 2027. As últimas pesquisas de véspera, detalhadas em Datafolha e Quaest de véspera, mostraram Flávio Bolsonaro com 51% e Lula com 49% dos votos válidos, empate técnico dentro das margens de erro. Pesquisa não é resultado: só a apuração do TSE, depois do fechamento das urnas, diz quem venceu.
Para o eleitor, o efeito imediato é prático: documento com foto, local conferido, celular fora da cabine e atenção ao horário do seu estado. Para quem acompanha o resultado, o ponto central é a diferença de fuso: a votação termina antes no Acre e no oeste do Amazonas, mas a divulgação oficial segue o ritmo da apuração. A Brasil 247 informa que o TSE não estabeleceu um horário fixo para divulgar o resultado oficial, e a Exame registra que a divulgação começa a partir das 17h.
Boatos sobre urna e voto costumam circular no dia da eleição. A orientação é conferir a informação em fonte primária, como o TSE e os tribunais regionais eleitorais, e na imprensa identificada. A seção de checagem trata dos casos que aparecem.
O que observar a seguir
Ao longo do dia, o painel Eleições 2026 reúne resultados e pesquisas com fonte e data. Os próximos fatos confirmados são o fechamento das urnas, às 17h de Brasília, o início da totalização pelo TSE e os resultados para presidente e para os governos dos seis locais com segundo turno. Onde e quando cada candidato vota só será noticiado depois da confirmação de veículo identificado.
Ressalva de apuração: o site do TSE bloqueia o acesso automatizado, e por isso as informações desta nota vêm de veículos de imprensa. A Bloomberg Línea registra entradas entre 7h30 e 8h11 deste domingo. Um dos resumos consultados citava abertura às 7h, mas o corpo das matérias e o horário oficial indicam 8h em Brasília, que é o adotado aqui.
Quem vota deve levar o documento, conferir o local e lembrar que o voto é secreto e individual. Qualquer irregularidade pode ser comunicada à Justiça Eleitoral. Em caso de dúvida sobre a seção, o caminho é o aplicativo e-Título, o portal do TSE ou o cartório eleitoral da sua cidade.
Fonte original
Bloomberg Línea
bloomberglinea.com.br
Perguntas frequentes
Quem escreveu
Equipe Política Diária
Redação da Política Diária
A equipe da Política Diária escreve para quem quer entender a política brasileira e internacional sem torcida. Cada texto parte de fontes primárias (Diário Oficial, Câmara, Senado, STF, TSE, organismos internacionais e veículos de imprensa identificados) e é escrito em português claro, separando fato de opinião.